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Principais indicadores para uma gestão de estoque eficiente e como calculá-los

Principais indicadores para uma gestão de estoque eficiente e como calculá-los

Para que a estratégia logística de um negócio realmente funcione, o processo precisa começar com uma gestão de estoque extremamente eficiente. E é para ajudar nessa missão que surgem os indicadores, mostrando a real situação do estoque a fim de favorecer a tomada de decisão. Mas quais são os principais indicadores para lidar com esse setor e como calculá-los para tornar a gestão de estoque ainda mais eficiente? Quer saber? Então continue acompanhando nosso post de hoje:

Número de produtos

Um indicador bem simples, mas altamente necessário para a adequada gestão de um estoque é o número de produtos disponíveis. Esse dado é importante para que se mantenha um controle eficiente sobre o quanto ainda resta no estoque ou o que está em excesso. Calcula-se a quantidade de produtos simplesmente fazendo a contagem do inventário de estoque para ver o que pode ser utilizado para a venda. Sua avaliação depende da previsão de vendas, mas a lógica é simples: quanto mais alta for essa previsão, maior deve ser o número de produtos disponíveis para garantir que não haja desabastecimento.

Cobertura de estoque

O número de produtos em estoque e os dados de vendas podem, inclusive, ser usados para gerar um novo indicador: a cobertura de estoque. Esse índice serve basicamente para indicar quanto tempo o estoque consegue, em média, manter o negócio abastecido. Para isso, seu cálculo é dado por: número de produtos / média de vendas. A média de vendas, por sua vez, é dada por: total de vendas / número de dias. Imagine, por exemplo, que um negócio realizou 100 vendas de determinado produto em 10 dias. Assim, sua média de vendas é de 10 produtos por dia. Agora imagine que o estoque está em um nível de 270 itens. Com isso, a cobertura de estoque é de 27 dias!

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Giro de estoque

O giro de estoque é um dos indicadores mais importantes para a gestão porque ajuda a identificar se um produto ou um lote está encalhado ou não. Esse índice identifica, basicamente, se os itens forem vendidos e renovados dentro de um certo período ou se eles estão há muito tempo na prateleira. Para calculá-lo, basta fazer a seguinte conta: total de vendas / média de estoque. Já a média de estoque é dada por: estoque inicial + estoque final / 2.

Imagine, por exemplo, que um determinado estoque possui 200 unidades do produto X. Ao longo de um mês são vendidas 150 unidades e, com isso, 50 novas unidades foram adquiridas com o fornecedor. No fim do mês, o resultado é de 150 vendas e estoque final de 100 unidades. Com isso, a média do estoque é de 150 unidades e o giro de estoque é 1, o que significa que nesse período todo o estoque foi renovado uma vez.

Tempo de reposição

Como gerir o estoque também significa abastecê-lo conforme as necessidades específicas do negócio, é muito importante conhecer o indicador chamado de tempo de reposição. Esse índice mostra quanto tempo é necessário para que um determinado item chegue ao estoque e esteja disponível para a venda. Para calculá-lo, é preciso levar em consideração o tempo de aquisição e transporte do fornecedor ou o tempo de produção da empresa, se aplicável. Também é preciso levar em conta o tempo necessário para que o item seja devidamente cadastrado e se torne disponível para venda.

Imagine, por exemplo, que um item demora 9 dias para ser entregue pelo fornecedor e mais 48 horas para entrar e ser cadastrado no estoque. Assim, seu tempo de reposição é de 11 dias e não de apenas 9! Já se o período para a produção na empresa é de 3 dias e o tempo para entrar no estoque é de um dia, o tempo de reposição é, consequentemente, de 4 dias. Quanto menor esse indicador for, menor é o tamanho necessário do estoque da empresa, já que ele poderá ser reposto rapidamente.

 Ponto de pedido

Já o indicador de ponto de pedido serve para orientar a gestão de estoque sobre quando é necessário realizar um novo pedido ao fornecedor de modo a impedir o desabastecimento. Com isso, seu cálculo é dado por: consumo médio x tempo de reposição x estoque de segurança. Imagine que o tempo de reposição de um item é de 30 dias, por ser importado, e que seu consumo médio diário é de 20 unidades. Assim, utilizando um fator de segurança de 1,2 (20%), o ponto de pedido é de 720 unidades, ou seja, quando atingir esta quantidade, é necessário iniciar o processo de compras para que não falte esta mercadoria no estoque até o recebimento deste pedido.

Taxa de retorno

Outro indicador que precisa ser considerado é a taxa de retorno ao estoque, ou seja, a quantidade de produtos que são vendidos, efetivamente saindo do estoque, mas que, por algum motivo, retornam devido à logística reversa. Esse indicador pode ser calculado pela seguinte relação: (número de itens retornados / número de itens vendidos) x 100. Imagine, por exemplo, que um e-commerce vende 1.000 itens em uma semana. Desses, 50 acabaram retornando devido a trocas ou avarias. Com isso, a taxa de retorno é de 5% no período. O ideal é que esse indicador seja o mais próximo de zero possível, já que todo retorno implica em custos logísticos extras para a empresa. E é preciso acompanhar de perto esse número, já que alguns desses produtos poderão integrar novamente o estoque, o que impacta no dimensionamento correto.

Com esses indicadores já é possível otimizar a gestão desse setor tão importante para o sucesso da empresa. Então o que ainda está esperando para fazer suas contas? Quais os indicadores que você usa atualmente em sua gestão? Não deixe de comentar e nos contar sobre suas experiências!

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