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Veja 4 erros graves e comuns na gestão de pequenas empresas

Veja 4 erros graves e comuns na gestão de pequenas empresas

A gestão de pequenas empresas pode aparentar ser menos complicada do que uma de grande porte. Porém, engana-se quem acha que os procedimentos serão mais fáceis e precisarão de menos empenho e precisão apenas por causa de seu tamanho. Não importa a grandeza da companhia: a seriedade nos seus processos é sempre essencial, podendo valer dessa conduta o sucesso ou o fracasso do todo.

Entretanto, algumas falhas acabam sendo cometidas, colocando em cheque todo o conjunto empresarial. E para te alertar desses erros, listamos no post de hoje alguns dos mais cometidos a fim que a sua gestão identifique-os e não os cometa. Portanto, atente-se a seguir!

O uso excessivo de planilhas eletrônicas

As planilhas eletrônicas são instrumentos muito úteis para atividades de curta duração. Porém, elas não servem para gerenciar uma empresa. As informações se perdem ao longo do tempo, e aquele poderoso histórico de vendas por clientes, quantidades de estoque, fornecedores e clientes acabam se tornando difíceis de se mensurar. Essa dificuldade acaba fazendo com que o empresário não tenha informações exatas num momento de necessidade para tomar decisões com embasamentos mais sólidos. Ao longo do tempo, a ausência de imprecisão nos dados pode se transformar em incompetência para gerir os negócios.

A falta de estruturação do fluxo de caixa causa erros de gestão

A tendência em tempos enxutos é que as vendas diminuam. Os fornecedores vão querer negociar em prazos menores para os recebimentos, pois desejam reduzir suas deficiências de caixa e os clientes tenderão a tentar negociar maiores prazos de pagamento com o mesmo objetivo. Dependendo do poder de barganha que eles possuam, o empresário se vê apertado, quase sem saída. Portanto, é importante tomar muito cuidado, porque muitos não jogam essas informações em um programa de fluxo de caixa e não percebem com clareza que estão levando a empresa à falta de liquidez.

A forma correta de agir é antes de negociar qualquer transação que alterará o fluxo de caixa, projetando as possíveis alterações e verificando as possibilidades. Por isso, ter um sistema de gestão empresarial é primordial. Tudo armazenado em base de dados, podendo contar com o histórico, gerenciando e relatórios demonstrativos de resultados.

A falta de liquidez pelos estoques

Nos períodos de baixas das vendas é muito importante ter uma boa gestão de estoques, pois uma menor rotatividade de estoques, principalmente no comércio, representa uma menor disponibilidade no caixa, podendo ocorrer uma escassez de recursos financeiros para cumprir com as obrigações dos pagamentos. Podem, inclusive, ter que recair a capital de terceiros. Na atual conjuntura econômica que estamos vivendo, com a alta dos juros bancários, isso torna-se quase um suicídio empresarial.

A necessidade de capital de terceiros

Quando se está sufocado por falta de liquidez no caixa, todas as negociações ficam mais complicadas. É o mercado. Os bancos calculam os riscos das operações financeiras, e se o empresário não tiver uma boa relação com os bancos, irá pagar muito caro por isso. Descontos de duplicatas são mais em conta. Mas deve-se ter cuidado, pois isso estará antecipando receitas futuras que poderão fazer falta adiante.

Às vezes, é melhor fazer uma promoção de produtos em estoques para melhorar o desempenho empresarial ou promoções do tipo “pague um e eleve outro produto com desconto”.

A questão é que, com um sistema ERP, é possível contornar todas as situações descritas, pois ele fornece inúmeros controles e relatórios empresariais que poderão auxiliar imensamente o gestor.

Caso ainda tenha dúvidas ou queira fazer algum questionamento sobre o assunto, deixe o seu comentário e participe da conversa.

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