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7 erros na tomada de decisão empresarial que você não pode cometer

7 erros na tomada de decisão empresarial que você não pode cometer

Atuar na gestão de uma empresa significa, dentre outras coisas, estar preparado para tomar decisões que efetivamente agreguem valor ao negócio. A verdade é que, ao mesmo tempo em que uma decisão errada pode, por sorte, não causar grandes problemas para uma empresa, um erro mínimo pode ter efeitos catastróficos para outra. Então o segredo está em não correr riscos desnecessários, sempre buscando tomar decisões certas. No caminho de muitos gestores estão, entretanto, diferentes falhas que limitam ou atrapalham sua tomada de decisão. Para evitar passar por isso, tendo que lidar com consequências normalmente nada agradáveis, conheça agora alguns dos principais erros que você não pode cometer:

Não conhecer o problema

Para tomar a decisão certa é preciso, primeiramente, conhecer exatamente qual é o problema, não concorda? Afinal de contas, sem saber por que a situação atual se configura como um problema e o que se deseja alcançar com a solução fica simplesmente impossível fazer a escolha certa. Agir sobre um problema sem conhecê-lo profundamente equivale a tentar escolher entre rotas diferentes sem saber para onde se deseja ir!

Um processo de tomada de decisão acertado começa, portanto, com uma análise de dados que permitam saber exatamente o porquê de a decisão ser necessária, possibilitando a escolha. Normalmente esse reconhecimento é feito com análises e comparações de dados da situação em questão. Se o problema é orçamento insuficiente, deve-se fazer um levantamento de custos da empresa ou setor, já se o problema é a perda de competitividade, é preciso avaliar não apenas os dados da empresa, como também da concorrência, e assim por diante.

Não limitar as opções

Outro erro muito comum no processo de tomada de decisão empresarial consiste em não se atuar de maneira a limitar as opções. Fato é que, normalmente, qualquer decisão apresenta mais de dois caminhos possíveis. E por mais que isso seja positivo até determinado ponto, por outro lado, ao ter opções demais, você pode acabar é se confundindo.

Por isso, em vez de se ver frente a uma grande variedade de opções e correr o risco de se confundir, o mais recomendado é atuar de maneira a eliminar muitas das opções para deixar apenas as alternativas realmente relevantes. Esse tipo de análise evita inclusive a tomada de decisão precipitada, já que nem toda opção que parece benéfica realmente ajudará sua empresa a conseguir os resultados desejados.

Não se apoiar em dados

Embora o instinto empresarial seja muito importante para qualquer gestão, ele definitivamente não deve ser o principal componente de uma decisão, já que, assim, grandes são as chances de que a escolha acabe se mostrando incompatível com as necessidades da empresa. Por isso, um erro muito comum na tomada de decisão é não utilizar dados como apoio, já que números, estatísticas e estudos são extremamente importantes para mostrar a realidade.

E a melhor forma de utilizar os dados para ajudar na tomada de decisão é por meio de um software de gestão, responsável não só por compilar mas também gerar dados relevantes de maneira automática. Mas atenção: esses dados não devem ser usados de maneira bruta, já que podem não fornecer todos os resultados esperados. Por isso, é muito importante fazer uma análise relevante, cruzando informações, para encontrar um apoio efetivo nos dados obtidos.

Não avaliar os riscos

O excesso de confiança costuma ser responsável por muitos erros relativos à tomada de decisão, já que não é nada incomum que o gestor confie apenas em si e em sua experiência. Mas a verdade é que, por menor que seja e por mais inofensiva que pareça, uma decisão sempre traz um risco associado e, portanto, é muito importante levar em consideração os riscos.

Quem será afetado pela decisão? Se a decisão for tomada do jeito errado, o que pode acontecer? Caso algo saia do controle, o que acontecerá? Se nada for feito e nenhuma decisão for tomada, quais serão os impactos? Todas essas perguntas devem ser respondidas adequadamente para que se conheça profundamente mais do que simplesmente quais serão os possíveis resultados da decisão, chegando ao conhecimento real sobre quais são seus riscos e as consequências associadas.

Não acertar no momento

Tomar uma decisão depois que a empresa já sofreu o impacto pode não ser efetivo, mas agir de maneira precipitada também não é benéfico. Por isso, é muito importante que a decisão seja tomada no momento exato: nem cedo e nem tarde demais. Errar no timing é uma falha que deve ser evitada a todo custo.

Às vezes, uma tomada de decisão muito precipitada impacta negativamente situações futuras, criando problemas que não existiriam em primeiro lugar se não fosse a decisão errada. Por outro lado, uma decisão tomada com muito atraso apresenta pouco ou nenhum poder de contenção os danos. O acompanhamento de dados em tempo real feito por meio de um software de gestão normalmente evita que as decisões sejam tomadas no momento errado, já que é possível ter um controle muito mais efetivo sobre qualquer situação e, com isso, encontrar o melhor momento para agir.

Não considerar o futuro

Mais do que considerar os riscos e as consequências das ações, é preciso pensar no futuro, já que, se você quer que a empresa continue se desenvolvendo, é importante também pensar no longo prazo. Por isso, não pensar para frente é um erro que você deve evitar, mas sem exageros. Isso significa que algumas decisões invariavelmente precisam ser tomadas pensando no curto prazo, seja por um motivo ou por outro. Uma eventualidade ou um imprevisto, por exemplo, normalmente exigem uma ação rápida e mais focada no problema.

Em outras situações, entretanto, é altamente benéfico pensar em como será o futuro da empresa e em como uma determinada tomada de decisão pode impactar lá na frente. Normalmente, esse pensamento é feito pensando na análise do futuro: embora implantar um ERP gere um gasto associado, é uma ação que possui custo-benefício elevado e um potencial de melhoria enorme para o futuro da empresa. Com isso, a implementação desse tipo de software é considerada uma decisão de longo prazo, que traz muitos benefícios.

Não pensar no histórico

Tudo bem que olhar para o futuro é importante, mas muitas vezes também é necessário olhar para o passado. E nem todo gestor se dá conta disso. Muitas vezes, uma empresa passa por uma situação recorrente que precisa de atuação — como uma queda nas vendas, por exemplo. Sem olhar para seu histórico, toda vez que uma decisão a esse respeito for tomada, ela precisará passar por um longo processo, quando a consideração de ações tomadas no passado poderia ajudar a agilizar o processo.

Além disso, não levar em conta o histórico do negócio é prejudicial porque uma situação que se repete com frequência pode indicar a necessidade de uma tomada de decisão mais assertiva. Por isso, é muito importante contar com uma base de dados relevante e de fácil acesso para conhecer o negócio em situações passadas e, com isso, ajudar na tomada de decisões no presente e no futuro. E um software de gestão também resolve esse problema!

O processo de tomada de decisões normalmente é bastante complexo e se torna ainda mais difícil quando o gestor comete erros que atrapalham os resultados. Conhecendo os principais erros a serem evitados, mais fácil e assertivo se tornará seu processo de tomada de decisão. E, nesse sentido, contar com a ajuda de um software de gestão é altamente benéfico!

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